Bi Quilha Keel | Encaixe FCS I

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R$ 370,00
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O que diferencia este modelo de todas as outras Twin Fin é a base da parte traseira. A base que eventualmente se eleva acima da prancha e deixa um espaço entre a quilha e a prancha dá ao surfista a capacidade de girar a prancha nos pontos críticos da onda, deixando a prancha mais solta.

Para pranchas com encaixe FCS I

Material: honeycomb e fibra

Conjunto com 2 quilhas.

Como Escolher Sua Quilha

Existem designs de quilhas para diferentes tipos de ondas e surfistas. Aqui disponibilizamos dicas para escolher seu jogo de quilha:

Área:

O tamanho da quilha é a medida mais importante que você deve considerar na sua seleção. É essencial lembrar que quanto maior a área da quilha, mais presa e controlada será a sua prancha, e quanto menor, mais fácil será de derrapar a rabeta do equipamento nas curvas. As marcas geralmente dividem os tamanhos em Small, Medium e Large e a escolha deve considerar o peso do surfista, de modo que pessoas mais pesadas normalmente usam quilhas maiores. O tipo de onda também influencia no tamanho da quilha: quanto mais rápida e cavada, maior deve ser a área da quilha.

Tamanho da base e da ponta:

O design da ponta e da base das quilhas influencia no mesmo conceito, mas em momentos diferentes do surf. Basicamente, quanto mais larga essas medidas, maior será o controle e velocidade da prancha, e quanto menor, mais solto ficará o equipamento. A diferença é que a base influencia muito mais no equipamento quando a prancha está flat na água (pois ela estará toda dentro d’água), e a ponta nos momentos de curvas mais fortes (com a prancha mais inclinada).

Altura:

A altura da quilha influencia diretamente no controle do seu equipamento. Quando o surfista realiza curvas com muita pressão, a base da quilha tende a sair da água, perdendo segurança e podendo derrapar de forma indesejada. Por outro lado, fica muito mais fácil deslizar a rabeta da prancha nas manobras, tornando-as mais radicais. 

Curvatura: A curvatura de uma quilha da base até a ponta influencia na projeção da prancha durante as curvas e no controle do equipamento. De forma geral, quilhas com muita curvatura tendem a deixar as manobras mais abertas, mas proporcionam mais velocidade durante o movimento. Já as com curvatura menos acentuada, possibilitam rasgadas mais agressivas, com movimentos mais curtos.  

Flexibilidade:

A flexibilidade das quilhas está diretamente relacionada com o material utilizado na sua construção. Quilha injetadas (de plástico, por exemplo) geralmente são mais flexíveis, enquanto os compósitos (resina + fibra) resultam em um equipamento mais rígido. Quando utilizado fibra de vidro na composição, a quilha fica com flexibilidade intermediária, enquanto a fibra de carbono deixa o equipamento um pouco mais rígido.

As quilhas mais flexíveis durante prática do surf deixam as curvas mais elásticas, ou seja, o retorno de qualquer movimento é mais acentuado. Isso significa que quando você força a quilha, ela reage de volta, te dando velocidade no movimento. Já as quilhas mais rígidas permitem mais precisão nos movimentos. Ou seja, a resposta do seu comando é imediata, e a prancha fica mais controlável.

Combinações das Quilhas:

Uma maneira legal de aumentar suas possibilidades de uso das quilhas é combinar jogos diferentes dependendo da condição do mar. Experimente colocar quilhas maiores nas laterais (mais controle nas curvas e bottom turns) e uma quilha central menor (permitindo uma finalização de manobra mais solta).

Variar entre tri ou quadriquilha também aumenta suas possibilidades com a mesma prancha. Use quatro quilhas para ondas com mais pressão e tubulares, isso irá garantir muito controle e velocidade nos momentos críticos da onda. 

No final das contas, aplicar a teoria para escolher seu jogo de quilhas é importante, mas busque sempre experimentar antes de fazer um investimento alto, afinal de contas, cada surfista percebe o equipamento de forma diferente.

Boas ondas!

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